Durante o período em que a escola esteve fechada, foram realizadas várias ações como limpeza e dedetização do local

Aulas na Emeief Manoela Vergueiro são suspensas por tempo indeterminado

Decisão foi tomada pela pasta em reunião com os pais realizada na última quarta-feira (6); escorpiões voltaram a aparecer na unidade escolar

Alunos serão atendidos provisoriamente na Emei Prof. Ângelo Carminatti (Jardim São Luiz)

Alunos serão atendidos provisoriamente na Emei Prof. Ângelo Carminatti (Jardim São Luiz)

A Secretaria Municipal de Educação suspendeu novamente as aulas na Emeief Dona Manoela Lacerda de Vergueiro, desta vez por tempo indeterminado, devido ao aparecimento de escorpiões na unidade escolar. Nesta semana foram dois casos – um na sala de aula e outro na cozinha. As atividades já haviam sido suspensas anteriormente em razão do mesmo problema.

Em reunião realizada na última quarta-feira (6) na Emeief, com a presença do prefeito Pedrinho Eliseu (PSDB), da secretária da Educação Mariana Mani Moura e demais autoridades do município, ficou decidido junto aos pais que a partir da próxima segunda-feira (11) as crianças serão transferidas provisoriamente para a Emei Prof. Ângelo Carminatti (Jardim São Luiz). No primeiro dia não haverá ônibus disponível para os alunos, ficando a cargo dos pais o transporte até o local.

No entanto, a Prefeitura ainda estuda a possibilidade de alugar o prédio onde funcionava o Objetec, no Parque Industrial, para que as aulas tenham continuidade até que o problema seja solucionado. Além disso, durante a reunião foi sugerida a transferência dos alunos para as salas de catequese da Paróquia Bom Jesus.

“A questão do transporte e outros assuntos discutidos durante a reunião nós iremos definir até esta segunda-feira e avisaremos aos pais todas as medidas que serão tomadas”, explicou a secretária de Educação, Mariana Mani Moura.

Durante a reunião, o prefeito apresentou aos pais as intervenções realizadas na Emeief, como a colocação de telas em ralos e bueiros, concretagem de buracos de postes de luz, soltura de galinhas d’Angola (consideradas predadoras do animal), além de limpeza e dedetização do local. “Tudo o que tinha que fazer foi feito. Agora só nos cabe tomarmos medidas mais drásticas como abrirmos totalmente o forro da escola e ‘rasgar’ o chão, já que a tubulação de esgoto do bairro passa por baixo deste prédio”, apontou Pedrinho Eliseu.

O prefeito ainda ouviu sugestões dos pais para a solução do problema. “É preciso que alguma coisa seja feita para resolver de vez esta situação. Eu prefiro deixar o meu filho em casa do que mandá-lo para o parque e correr o risco de ser picado por algum escorpião”, comentou a mãe de um aluno.

O setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde informa que o município conta com soro antiescorpiônico caso ocorra algum acidente com o animal, já que casos como esse têm acontecido não só na unidade escolar, mas também em alguns bairros da cidade.

César Foguel

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