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Carneiro recém-nascido é batizado com nome de Rede Opinião de TV

Homenagem é uma forma que o peão Plínio Paçoca encontrou para agradecer a emissora pelas reportagens realizadas com ele e sua equipeA Rede Opinião de TV recebeu uma homenagem pra lá de curiosa. O peão Plínio Paçoca, figura ararense muito conhecida no Brasil e no exterior pelo seu trabalho frente ao rodeio mirim, batizou um carneiro recém-nascido com o nome da emissora.

“Decidi homenagear a Rede Opinião de TV devido às reportagens que sempre fizeram comigo em relação aos trabalhos do rodeio mirim e às provas de montaria em carneiros. Fico feliz com esta homenagem e agradeço a atenção que sempre recebo da emissora”, explicou Paçoca.

A repórter Erika Scharlach segura em seus braços o carneirinho batizado com o nome de Rede Opinião de TV, ao lado do peão Plínio Paçoca (à esquerda) e do peão mirim João Victor Simeonato

Além do pequeno animal, outros “carneirinhos” foram batizados com nomes de empresas de comunicação: SBT, Rede Record e TV Rodeio. “Foi por meio destas emissoras que o meu trabalho também ficou conhecido no Brasil inteiro. Esta foi a forma que encontrei para homenageá-las”, contou Paçoca.

E o pequeno “Rede Opinião de TV” vem para substituir o carneiro Ressuscitado, que está aposentado do cenário das montarias desde o ano de 2015, quando a sua última atuação foi na 60ª Festa do Peão de Barretos. Na ocasião, participantes dos Estados Unidos disputaram provas com o animal.

“O Ressuscitado é considerado uma lenda e uma bênção de Deus. Em Barretos ele encantou o público com a sua história e ainda impressionou os competidores, que tiveram muito trabalho para ficar em cima do seu lombo. Mesmo aposentado, ele sempre será lembrado nos rodeios”, destaca Paçoca, que naquele evento foi homenageado com uma fivela da equipe Rafael Leal.

A história do Ressuscitado teve início em 2005, quando foi pisoteado por cavalos durante a Festa do Peão de Araras daquele ano e sofreu uma parada respiratória. Neste episódio, Paçoca realizou os primeiros socorros e reanimou o animal. Por ter sobrevivido, o ararense batizou o carneiro de Ressuscitado e, segundo ele, se tornou a maior atração dos rodeios que participou.

César Foguel

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