De acordo com o IBGE, atualmente circulam 94.485 veículos em Araras

IBGE: Enquanto população cresceu 9%, quantidade de veículos subiu 24% em Araras

De acordo com o IBGE, atualmente circulam 94.485 veículos em Araras

De acordo com o IBGE, atualmente circulam 94.485 veículos em Araras

Os crescentes comentários da população com relação ao aumento do trânsito em Araras têm fundamento. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a quantidade de veículos na cidade passa por aumentos progressivos a cada ano.

De acordo com informações do instituto, a população da cidade sofreu uma expansão de 9% no período de 2010 a 2016, já que há sete anos era estimada em 118.843 habitantes e agora está em torno de 130.102.

Atualmente circulam na cidade 94.485 veículos, o que representa um aumento de quase 24% em comparação com dados de 2010, ano em que este número era 71.236.

Entre as categorias específicas, o crescimento mais acentuado é de automóveis, com frota aumentada em quase 42% e motocicletas com 24%.

Como já citado em outra reportagem do Opinião publicada em janeiro deste ano, o aumento de veículos é uma curva ascendente em praticamente todo Brasil, não sendo essa uma tendência particular da cidade de Araras.

gráfico veículos

Na época, em entrevista, o secretário municipal de Segurança Pública e Defesa Civil de Araras, Moisés Furlan, falou sobre os hábitos de motoristas da cidade. “O ararense, assim como a maioria dos brasileiros, não possui o hábito de utilizar o transporte público ou meios alternativos de transporte, como, por exemplo, a bicicleta. Este fato, somado aos sucessivos programas de incentivo governamental para aquisição de automóveis novos, ajuda a explicar o aumento significativo da frota de veículos, sendo que, nos últimos dez anos, a frota de veículos em Araras, seguindo a média nacional, quase que dobrou”, explicou.

“Mudar essa realidade não é uma missão fácil, pois o brasileiro é um povo apaixonado por carro, sendo que esta relação está imbricada na cultura nacional. Assim, a curto prazo, só nos resta administrar a situação posta e planejar, a médio e longo prazo, ações que possam mudar essa realidade, em especial a melhoria do sistema público de transporte e a viabilidade dos sistemas alternativos”, finalizou.

Giovanna Peterlevitz

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