O corpo de Arlei Rosa Silva foi localizado no dia 17 de fevereiro de 2016 por moradores do bairro Pinhal na estrada vicinal que fica às margens da Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147)

MP denuncia suspeito de matar ganhador da Mega-Sena em Limeira por homicídio

O corpo de Arlei Rosa Silva foi localizado no dia 17 de fevereiro de 2016 por moradores do bairro Pinhal na estrada vicinal que fica às margens da Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147)

O corpo de Arlei Rosa Silva foi localizado no dia 17 de fevereiro de 2016 por moradores do bairro Pinhal na estrada vicinal que fica às margens da Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147)

Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou o suspeito de ter matado Arlei Rosa Silva, de 53 anos, ganhador de um bolão da Mega-Sena em 2007, por homicídio triplamente qualificado. O crime aconteceu em fevereiro do ano passado em Limeira/SP. O suspeito estaria devendo o aluguel de um dos imóveis da vítima. A qualificação do crime se deu por uso de meio cruel, impelido por motivo fútil e mediante dissimulação. O homem pode ir a júri popular com a pena mínima para o crime de 12 anos. As informações são do g1.globo.com.

Segundo apurado pelo MP, o denunciado era inquilino da vítima por cerca de um ano e já havia uma desavença entre os dois por causa de atrasos e inadimplências. No início da noite do dia 15 de fevereiro o suspeito entrou em contato com Silva e pediu que ele fosse até sua casa receber uma quantia referente ao adiantamento de aluguéis.

De acordo com a denúncia, Silva foi morto na casa do suspeito. O laudo necroscópico informa que a vítima morreu por envenenamento ou asfixia. Após o crime, o cabeleireiro colocou o corpo da vítima no carro e o escondeu na zona rural da cidade.

O suspeito, que trabalhava como cabeleireiro, tinha 34 anos à época. Ele responde ao crime em liberdade.

Entenda o caso

O corpo de Arlei Rosa Silva foi localizado no dia 17 de fevereiro de 2016 por moradores do bairro Pinhal na estrada vicinal que fica às margens da Rodovia Engenheiro João Tosello (SP-147), entre Limeira e Mogi Mirim (SP). O corpo não tinha sinais aparentes de violência e a família chegou a dizer à época que a vítima poderia ter sido envenenada.

O cabeleireiro foi preso no dia 26 de fevereiro por policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Limeira. Imagens de câmeras de segurança gravaram o momento em que a vítima entrou na casa do cabeleireiro na data do crime, mas não há imagens de Silva deixando o local.

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